Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

momento... único!

 

Vale a pena ver... Tanto vale que até postei este pequeno vídeo que, espero, os poucos que ainda teimam em visitar este espaço, se possam rir à gargalhada! E pensem, quantas vezes a realidade não se confunde com a ficção e vice-versa?!

 

 

 

 


publicado por siX às 23:21
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Terça-feira, 19 de Maio de 2009

o meu voto vai para...

 

 

Por vezes, as realidades de países diferentes confundem-se... ou então, as realidades não são lá muito muito diferentes.

 

 Experimentem mudar "Brasília" para "Lisboa"... he he he...

 

 

 


publicado por siX às 22:11
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

as verdades de medina carreira

 

 

Não resisto em colocar aqui parte da entrevista de Medina Carreira à RCP.

 

 

 

Serve para quebrar o jejum a que o blog tem estado votado...

 

 

 


publicado por siX às 23:01
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

estamos a passar uma crise nacional - oh oh oh - ei ei ei

 

 

Os nossos infortúnios são curados pelo grato reconhecimento do que de bom nos acontece e pelo reconhecimento de que é impossível desfazer o que está feito.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, The Extant Remains

 

 

“Estamos a passar uma crise nacional - oh, oh, oh - ei, ei, ei”, rezava a letra duma música dum conhecido grupo musical português do “bas fond” nortenho do início dos anos 80. E realmente estávamos… mas quem queria lá saber disso!

 

 

Acabados de sair de uma revolução florida mas pouco ou nada psicadélica, cheios de esperança mas com pouco dinheiro no bolso, o país reencontrava-se consigo próprio e iniciava uma lenta viragem a partir do “inferno” da “ditadura do proletariado” e dos “amanhãs que cantam” dos anos 70 para o “paraíso” da “ditadura das leis do mercado” e da “livre concorrência” dos anos que se seguiram.

 

 

Lá fora e nesse entretanto, a roda da História continuava a girar fazendo cair com estrondo um certo muro na cidade de Berlim e, com ele, o regime comunista soviético, relegado para o baú das más recordações e das criminosas experiências falhadas da humanidade, deixando em cena um capitalismo que se ergue dos escombros, triunfante, único sobrevivente e digno representante do pior que há na espécie humana: a ganância.

 

 

Abrem-se e desregulam-se os mercados mundiais, globaliza-se a economia, criam-se paraísos fiscais, as multinacionais deslocalizam as unidades produtivas para terem menores custos, os países concorrem entre si para produzir cada vez mais barato, as bolsas incham e esvaziam-se a ritmo alucinante, dando dinheiro a poucos e tirando a muitos, regimes comunistas rendem-se às virtualidades da economia de mercado e, de repente… chovem aviões cheios de gente sobre edifícios gigantescos no paraíso capitalista.

 

 

E, depois disto, nada voltou a ser o mesmo… na altura ninguém percebeu, mas agora é muito claro que a queda desses edifícios foi uma metáfora da queda fragorosa do “outro muro de Berlim”, marcando o início da agonia do regime capitalista por falta de sustentabilidade, porque sendo os recursos do planeta limitados, o crescimento económico infinito é impossível: tem que haver uma ruptura!

 

 

Fazem-se guerras, invadem-se e destroem-se países à revelia do Direito Internacional, prendem-se, torturam-se e matam-se pessoas sem julgamento e sem culpa formada, aniquilam-se vidas aos milhões, produz-se e consome-se petróleo como nunca e este nunca é suficiente, a poluição e o desperdício tomam proporções inimagináveis, sente-se o clima a mudar e a aquecer e agora, por fim, a economia a arrefecer.

 

 

A crise começou de mansinho, no crédito hipotecário do paraíso capitalista, contaminou bancos, empresas, bolsas e está a espalhar-se pelo mundo como fogo numa seara no Verão, com os bancos dos Estados a financiar este descalabro. Mas como e com quê? Com o papel que eles próprios fabricam? Até quando?

 

 

“Estamos a passar uma crise nacional - oh, oh, oh - ei, ei, ei”, pois é… e agora, José?

 

Muro de Berlim (que assim regressa)

 

 


publicado por siX às 09:14
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

o mágico

 

 

 

Cada vez mais nos habituamos a contornos muito pouco claros e mal explicados de situações que afectam o nosso quotidiano. E, pior ainda, aceitamo-los como se de verdades implacáveis se tratassem, não restando senão um abaixar de ombros perante um destino nada premeditado. É espantoso que alguém ainda acredite que um Gestor Judicial de Falências se desloque ao nosso país com outra novidade que não seja o encerramento definitivo da fábrica de componentes electrónicos Qimonda. Uma fábrica que, lembro, era bem há pouco tempo apresentada como um modelo de esperança para o futuro do país. Que, lembro ainda, um obscuro Sócrates falava dela como um exemplo e na qual investiu milhões de euros dos contribuintes, enquanto do outro lado se equacionava já a falência da mesma, apanhando-o de surpresa porque desconhecia a realidade financeira da empresa que tanto defendeu. Quanta ignorância!

 

 

Enfim… Sócrates já não aparece agora na TV, preferindo delegar a propaganda eleitoralista nos seus lugar-tenentes. O “efeito” Sócrates vai a cada dia que passa perdendo o seu fulgor, a capacidade hipnótica que inúmeras vezes emudeceram os seus opositores e o próprio país.

 

 

Vem-me à memória um atarantado Pedro Santana Lopes, um homem conhecido pelo seu desembaraço e capacidade de discorro, incapaz de contrariar um Sócrates eufórico quando este lhe atirava a Culpa pelo mês de desgoverno, e o meu espanto pelo esquecimento deste de que o mesmo e seus aliados provêm do anterior que, de acordo com palavras do fugitivo Guterres, relegaram o país para o pântano em que hoje estamos atolados.

 

 

Um meu amigo referiu-se a ele como “Mágico”. Realmente, só mesmo um bruxo seria capaz de provocar tanta perda de memória colectiva. Felizmente que o tal de “efeito” parece ser temporário. Mas lá que custa a passar…

 


publicado por siX às 09:09
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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

uma mentira conveniente

 

 

O obscuro engenheiro que se tornou primeiro-ministro com base em alicerces de muita engenhoca, anda atolado em chatices levadas da breca. Agora é a própria família que aponta o dedo acusador a Sócrates, envolvendo-o directamente em mais um escândalo que, aliás, não deveria sequer existir, acho. A figura de um Primeiro-Ministro não pode, não deve ser envolvida em tramas dignas de um filme negro de má qualidade. É a integridade e a postura de um Homem que jurou fidelidade à causa pública que está em causa! Graças a Deus que o tio do obscuro Sócrates está, afinal, doente da cabeça, dizem. Um problema de falta de memória, alegam os entendidos!

Muito conveniente, digamos.

 

 


publicado por siX às 13:46
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

o esquema dos portáteis a 150 tolos (?)

 

 

Diz-se que quando a esmola é grande, o pobre desconfia.

 

 

 

 

E, no caso dos muito proclamados portáteis a baixo custo, foi com algum cepticismo que olhei esta fantástica iniciativa do mentiroso da fotografia.

 

No entanto, nada me fazia suspeitar de algum interesse mais obscuro que estivesse por detrás de tanta generosidade... até agora.

 

A acreditar no texto enviado por e-mail, será mais uma para recordar! O teor de discussão, por motivos de espaço, foi recambiado para o FÓRUM QD, e pode ser lido na sua totalidade... aqui!

 

Tirem conclusões.

 

 


publicado por siX às 15:30
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

diário QD - dia 3

 

 

 

 

 

O orçamento mais importante do mundo demonstrou ser o mais irrelevante, se pensarmos que afinal ele acabou por ser aprovado na maior das indiferenças. Raros jornais frisaram esse aspecto, preferindo sim dedicar o seu profissionalismo às baldrocas e tricas entre dois dandys da política! Levantamo-nos com o défice, almoçamos, lanchamos e jantamos com o défice. Vamos para a cama com o défice. Sinceramente, até nem sei bem o que dizer do debate, se é que ele existiu. Devia estar mais distraído do que o nosso Presidente da República, que pareceu estar bem a par do que se passava por terras lusas, mesmo estando no Chile. Entre uma saborosa calapurka e umas goladas de chicha, lá foi dizendo que as medidas governamentais são as mais adequadas para a recuperação do défice, não poupando elogios ao Primeiro-Ministro Sócrates, que é o mesmo que evocar o aplauso à mentira, o que me leva ao inatacável carácter do Sr. Silva.

Este pensamento relativamente ao carácter do Sr. Silva conduziu-me a este pequeno texto de um outro senhor sobejamente conhecido, outrora admirado e agora desdenhado, Manuel Alegre. Afirma ele o seguinte:

“Além do orçamental, outros défices têm de ser combatidos, a começar pelo social. De que serve um défice de 3% se continuamos a ser o país mais pobre da Europa e o mais desigual a distribuir riqueza?”

Em termos de pensamento, não encontro paralelo com o do hermético Sr. Silva, que parece ter esquecido termos como “Solidariedade” e “Justiça Social”, os mesmo que apregoou em momentos da sua candidatura, preferindo antes contribuir para o conflito social do interior do casulo que cuidadosamente edificou em seu redor. Muito sinceramente, tenho imensa pena que Manuel Alegre não tenha conseguido o número de votos que o levassem à segunda volta nas presidenciais.   

 

 


publicado por siX às 00:15
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

dia 2 - orçamento para 2008

 

 

 

 

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz….

 

 

Hum! Hã!? Pois…

 

 

Santana, impaciente, tamborila os dedos na mesa. Nunca mais se calam, os Outros. Finalmente, levanta-se e dirige-se apressado para o púlpito. Tem as tais trinta balas que fazem toda a diferença das cinco que não davam para completar o tambor de uma Smith & Wesson. No entanto, o seu discurso resvala para o passado, um desperdício de balas. Ninguém quer saber das suas explicações, mas Santana não se apercebe disso. Sem papéis e fazendo jus às indesmentíveis capacidades de discorro, o improviso soa a falso. Este discurso há muito que está ensaiado e guardado em algum lugar recôndito do cérebro, e só esperava o débito de trinta balas para sair. Não devia, não é o momento! Mas o orgulho ferido de Santana é por demais latente. Sócrates sabe-o e soube jogar.

 

 

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz….

 

 

Fiquei a saber muito do passado. Estou agradecido por isso. Quanto ao futuro, continuo a olhá-lo de frente, na figura do ministro das finanças, Teixeira dos Santos, que de manhã afirma uma coisa e à tarde diz que já não é bem assim, que foi mal interpretado, no que respeita à previsão de baixar dos impostos antes de 2010!

 

 

Nada a que o país não esteja habituado, quando se faz da mentira um modo de estar, quer na vida pública quer na privada.

 

 

 


publicado por siX às 13:12
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

dia 1 - orçamento para 2008

 

 

 

 

O melhor e irrelevante orçamento do mundo está na mesa da discórdia. O que importa mesmo é a desavença mal resolvida entre os dois rivais, velhos galos de luta. Um é conhecido pelos maus hábitos adquiridos na noite lisboeta. O outro, pela mania de correr em capitais de países com nomes esquisitos, onde contraiu a maleita pé-de-atleta num obscuro balneário. Um foi corrido do Governo por um socialista que tinha poderes para o fazer. O outro ajudou a enterrar o Governo num pântano de má memória e foi ajudado pelo mesmo socialista com poderes para tal. Sem papas na língua, Sócrates aponta o dedo a Santana Lopes, com aquela vozinha estridente e irritante. Lembra-lhe do passado, do seu figurino, da falta de memória! Que só essa o leva ali. Lívido, Santana ouve. Tenta ripostar, mas as palavras perderam a convicção e saem-lhe estorvadas pela indignação. Sócrates ri-se e dispara de dedo em riste: “Portas é patético, Louçã é retrógrado e Jerónimo é nada”.

 

 

Nada mesmo parece incomodar Sócrates que muito pouco esclarece sobre o irredutível orçamento. O tempo passa e as zombarias acompanham-no. Sócrates diverte-se e só falta dar pulinhos de contentamento no cadeirão.

 

 

99”, berra Louçã!

“Podem ser 66”, dispara Sócrates.

“À custa de quem?”, interroga Jerónimo.

“Dos que não se queixam”, profere Sócrates.

“Não falei sobre o Ensino”, critica Portas.

“Mas disparata sobre”, rosna Sócrates.

 

 

Sócrates, sempre Sócrates. O tempo passou e dei-o como perdido. O costume…

 

 

Hoje olhei para o futuro!

 

 


publicado por siX às 14:44
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

as "lutas" de durão barroso...

 

 

enquanto dirigente estudantil e jovem militante do MRPP.

 

 

 

 

 

Seria também óptimo apreciar o discurso de Maria José Morgado nestes tempos, ela que foi uma das mais activas militantes do MRPP nos anos 70.

 

 


publicado por siX às 12:47
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Sábado, 29 de Setembro de 2007

politiquices

 

 

Uma vergonha, é o que se pode dizer das eleições directas do PSD que elegeram Luis Filipe Menezes a Secretário Geral do partido. Acusações, ameaças com o tribunal, quotas e eleitores perdidos no meio da selva amazónica, apimentaram o que deveria ser um acto de escrutínio levado a cabo com inteligência e discurso aberto, já que o país estava curioso relativamente ao desfecho que opôs o dupla-face Menezes e o surfy Marques Mendes...

 

 

foto surripiada à imagens do kaos

 

 

Enfim, nada de novo que pudesse surpreender, excepto pela negativa.

Nada de novo, disse? Não é bem assim. O mais-que-odiado-não-se-percebe-bem-como-nem-porquê Pedro Santana Lopes surpreendeu até os seus mais acérrimos críticos que, diga-se em abono da verdade nunca nada fizeram também em prol dos que comem bananas, num assumo de carácter, coisa rara na classe de políticos à qual pertence.

 

 

 

 

Nunca é demais lembrar que Santana Lopes é um ex-Presidente do PSD, ex-Primeiro-Ministro de Portugal, um indivíduo com um percurso invejável na carreira política e autor de alguns dos mais notórios e empolgantes discursos políticos. Como tal, merece respeito...

A atitude da SIC-Notícias, uma vez mais, é bem demonstrativo do caos em que o país vive, sem rei nem rock...

 

 


publicado por siX às 15:27
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Domingo, 13 de Maio de 2007

almas sensíveis...

 

 

abstenham-se de ver este pequeno filme, pois não é aconselhável...

 

Foi a Cristin@ que mo aconselhou, e eu aceitei. Mas, garanto, melhor pensar duas vezes antes de o visionar! Agora, a escolha é sua...

 

 

 

 


publicado por siX às 14:48
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

vícios privados, falsas virtudes

 

 

registo via Portugal Profundo

 

 

Devo dizer que estou siderado embasbacado estupefacto com toda esta história em volta das habilitações do nosso 1º Ministro. Cada dia que passa há uma nova historieta em seu redor, de favores e cartões, de palavras camaradas e assinaturas, e que apontam para o caminho da enorme promiscuidade existente entre os órgãos de soberania e as mais diversas instituições, que se traduzem depois em favores que são pagos através de cargos públicos, diplomas universitários, por vezes até na forma de um queijo, o que não deixa de ser surpreendente.

 

 

Claro que a maior parte da Grande Lusitânia está careca de saber que tal promiscuidade existe, sempre existiu, e não vai ser a escorregadela do camarada Sócrates que vai futuramente impedir que tais trocas e baldrocas continuem a fazer parte do dia-a-dia daqueles que se dedicam exclusivamente à política! Porque esse é que é o problema! Que seria do camarada Sócrates se de um momento para o outro tivesse que se integrar no mercado de trabalho? Claro que tal cenário não se coloca. Existirá sempre uma Fundação ou um lugar na Caixa Geral de Depósitos, um cargo na Internacional Socialista, até um queijo ou azeite que permitam ao Pinóquio usufruir do dinheiro dos contribuintes! Sendo assim, para que precisa Sócrates do diploma? Para nada…

 

 

 

O que me chateia nesta história toda, até porque não é bom para ninguém que se perca tempo com determinado tipo de leviandades, é a mentira. A mentira e a camuflagem da mentira que permite que se continue a gastar rios de tinta sobre um mesmo assunto, que não interessa nem ao diabo. A título de exemplo, para ontem a Universidade Independente prometia “revelações bombásticas” sobre o assunto. Afinal, a conferência de imprensa foi adiada para hoje com a notificação de que afinal tais revelações já nada teriam de “bombástico”! Dá para perceber? Andam uma semana a anunciar “bombas” que não passam agora de “estalinhos” carnavalescos?!

 

 

 

Também ontem assisti a uma reportagem sobre as dificuldades de integração por que passam os imigrantes estrangeiros quando aqui chegam. Interessante constatar que médicos, professores e engenheiros no seu país de origem cá são padeiros, sapateiros e trolhas, impedidos de exercerem as suas profissões devido ao excesso de burocracia que envolve a equivalências de habilitações, enquanto que naturais, que obtêm os seus diplomas através de métodos obscuros e sem provas dadas nas diferentes matérias, conseguem hipoteticamente chegar a cargos públicos de relevo, quem sabe se até ao cargo de 1º Ministro de um país.

 

 

 

Assim, não se chega a lado nenhum. Não é possível, enquanto formos governados por pinóquios enroupados numa teia de vícios privados e falsas virtudes.

 

 


publicado por siX às 13:06
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Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007

um tipo brilhante

 

 

Nunca  pensei um dia escrever desta forma, não estava nos meus planos. Eu sei que ninguém é perfeito, que temos virtudes que camuflam defeitos, e ainda bem que assim é. Mas quando passarem na rua e virem alguém parecido com o tipo da fotografia, lembrem-se que estão perante o rei dos tolos.

 

 

 

 

O problema é que este espécime raro é Ministro da Economia do actual Governo e chama-se Manuel Pinho! É verdade! Não me perguntem como tal foi possível. É um facto de que as escolhas do Pinóquio para a pasta da economia não têm sido felizes. Mas ouvir na rádio, em directo na TSF, este iconoclasta afirmar para chinês ouvir que Portugal é um país competitivo porque os custos salariais são os mais baixos do que a média dos países da União Europeia, é por demais humilhante.

 

 

Como é possível alguém de responsabilidades acrescidas mostrar tal incapacidade de argumentação, e buscar o exemplo mais infeliz? Que nos reserva o futuro? E que futuro?...

 

 


publicado por siX às 22:20
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Quarta-feira, 29 de Novembro de 2006

o arrependido

 

 

 

 

O Caso Camarate volta a ser mais uma vez notícia e, como é já habitual, pelos piores motivos. Então não é que um dos famosos suspeitos, de nome José Esteves, tem agora o descaramento de afirmar ter sido ele o construtor do engenho explosivo que vitimou o então Primeiro-Ministro Sá Carneiro e o Ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, com todas as consequências políticas daí resultantes para o país, e que ainda hoje são visíveis?!

 

 

 

 

“O objectivo era provocar um susto”, afirma Esteves do alto da sua verborreia, como de uma piada de mau gosto se tratasse. Bem, o susto foi de morte e, agora que o caso prescreveu, o alegado fabricante de bombas artesanais em crise de consciência, ou então motivado por sentimentos mais metálicos (acredito que neste momento, não devem faltar propostas de editoras livreiras para que conte a sua versão da história), vem publicamente afirmar: FUI EU!

 

 

Agora, que finalmente alguém deu a cara neste imbróglio pelo qual ninguém se preocupou em investigar convenientemente, seria interessante saber quem encomendou a bomba e quem, por fim, a levantou!

 

 

Será que o Esteves vai ter tempo para “respirar” sobre o assunto?

 

 


publicado por siX às 13:21
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Terça-feira, 28 de Novembro de 2006

nota de imprensa - BE

 

 

 

 

"A pedido do deputado João Semedo e integrado numa ronda de auscultações das populações
bem como de Centros de Saúde e Hospitalares, no âmbito da discussão pública sobre o
encerramento de várias urgências entre as quais figuram a de Vila do Conde, foi realizada uma
audiência e visita aos serviços de urgência do Centro Hospitalar de Vila do Conde e Póvoa de
Varzim, acto que foi acompanhado por Armando Herculano do núcleo local.

 

 

Na audiência foram trocados pontos de vista técnicos do ponto de vista médico relevantes para
a apreciação do impacto do fecho da referida urgência no atendimento e na saúde de
vilacondenses e poveiros, bem como dados estatísticos do serviço das duas urgências em
funcionamento. Foi igualmente realizada a visita ao serviço de urgência da Póvoa de Varzim,
onde foi possível verificar as condições físicas do S.U., o funcionamento da triagem segundo o
'critério de Manchester' e o novo serviço informático de apoio ao acto médico e à gestão do
serviço.

 

 

De relevante e respondendo a uma inquietação do BE, foi-nos dito pela Administração do
Centro Hospitalar de que estava em equação a reformulação do espaço do S.U.,
designadamente a sua ampliação para a criação de um espaço específico para o atendimento
de pediatria, com o que esperavam ter capacidade reforçada e melhorada para acolher parte
do acréscimo de utentes em virtude do eventual fecho do S.U. de Vila do Conde.

 

 

Da audiência e visita, resultou o reforço da convicção do Bloco de Esquerda de que deve ser
mantida e reforçadas as valências do S.U. da Póvoa de Varzim, bem como a necessidade de
em Vila do Conde, haver um entendimento entre o Centro de Saúde e o Centro Hospitalar para
a manutenção de um S.U. básico que funcione 24h diárias."

 

 


publicado por siX às 12:54
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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2006

coisas simples

 

 

coisa nº 13 

 

 

Eu, em algum momento, tenho que concordar com o Pinóquio. Esta “coisa” chutar para canto as lapas que se colam aos alicerces do partido socialista, sempre permite a sua renovação. E Nossa Senhora de Fátima sabe como este país precisa de renovação dos quadros políticos...

 

 
Pena o Marques Mendes não fazer o mesmo.

 

 
Eu tenho que concordar com a sua atitude em criticar o Sr. Silva, que não soube (ou não quis) colocar-se na posição neutra em relação aos partidos do poder e pela qual se deve pautar um verdadeiro Presidente. Ao dar o seu aval político a Pinóquio, tecendo elogios e palmadinhas de jogador de futebol, está já a pensar no futuro, em mais um mandato. Com essa atitude, temos mais um presidente fantoche a calcorrear o país, alheando-se dos problemas que o afligem e discursando aos peixes quando lhe convém. Uma desilusão.

 

 
Não se pense que tenho simpatia pelo Marques Mendes, ou coisa que o valha. Não é verdade. Mas é, neste momento, o líder da oposição. E Marques Mendes, de estúpido, não tem nada. Foi o único a pegar num partido destroçado, que procura agora reconstruir. É por isso que me custa ver o abutre hipócrita do Filipe Menezes, que se manteve à margem das polémicas no Congresso, no papel de coscuvilheiro político, sendo o principal objecto de instabilidade no seio do seu partido e contribuindo  para o fortalecimento do poder.

 

 
Não sei porque Marques Mendes atura isto!
 

 


publicado por siX às 17:47
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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006

portugal mete pena (by Berlim)

 

 

Índio da sub-reserva Aguarrakwyaver Sewdeycho

In Revista Endividar

 

 

 coisa nº 5

 

Concordo a 100% com o que é referido no excelente artigo de opinião de Nicolau Santos, intitulado “Portugal vale a pena” e recomendo vivamente a leitura do mesmo pois é preciso, mais do que nunca, ser positivo e seguir os bons exemplos que por aí se vêm!!!

 

 

A certa altura e depois da enumeração de alguns exemplos de sucesso, o autor sai-se com a seguinte frase: “O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.” E eu pergunto: Porque será?

 

 

Por ser a mais cristalina verdade, essa frase “matou” o tom optimista do artigo e deixou-me (isso sim!) com uma pena enorme e a pensar no que este pobre País podia ser e não é, porque passados mais de 30 anos de vivência democrática:

 

 

    A Justiça, pilar fundamental de qualquer sociedade democrática e desenvolvida, está cada vez mais burocrática, desacreditada e longe dos cidadãos (principalmente daqueles de menores recursos), por culpas próprias e dos legisladores;

 

    A Educação continua a ser uma prioridade só na boca dos políticos, porque na prática se assiste à tentativa de fazer uma reforma do Ensino contra os profissionais do mesmo – o resultado irá, seguramente, aprofundar o enorme desastre que já é a Educação neste País;

 

    A Economia definha na mesma medida em que os produtos e lojas chinesas invadem o nosso dia-a-dia e as unidades produtivas demandam melhores paragens (leia-se “com mão de obra mais barata e/ou com mais habilitações”);

 

    O Ambiente e o Património (natural e construído) estão em risco permanente pela incúria do Estado e dos cidadãos e, muitas vezes, devido a interesses económicos predatórios e imediatistas;

 

    O Estado, “balofo”, autista, inconsequente, arrogante e burocrático, consome e desperdiça mais recursos do aqueles que o País pode suportar e asfixia a sociedade civil com burocracia e impostos;

 

    Os poderes Regional e Autárquico acham que não têm culpa do défice e deste estado de coisas e, por esse motivo, não devem ser obrigados a participar no “apertar de cinto” geral e, seguindo essa linha de pensamento, endividam-se até ao tutano para pagar as despesas e investimentos (só rentáveis em votos). As gerações futuras que paguem a factura... ;

 

    Os Governos (central, regional e local) caiem em descrédito ao deitar pela borda fora as promessas eleitorais à medida que vão chegando as directivas e as ameaças de cortes de fundos vindas da UE (abençoada seja!), mas sobretudo pelos inúmeros exemplos negativos de prepotência, compadrio, ostentação, negligência, injustiça, mediocridade e má gestão, que exibem, todos os dias, perante os índios desta reserva chamada Portugal.

 

    E os índios, despojados de toda e qualquer forma de participação na política, excepto através dos partidos (argh!), do seu voto ou das blogueiras “cantigas de escárnio e mal dizer”, teimam em continuar a votar nesta gente, ano após ano e eleição após eleição, num ritual masoquista para o qual um grande escritor português já aventou um desfecho (ou seria uma solução?)

 

 

 

Não vos vou maçar com mais do mesmo, porque passados tantos anos em que nada parece mudar, a não ser para pior (ah, agora vamos ter mais e melhores SemCustos-para-os-UTilizadore’s, mas desta vez a pagar!) e, apesar de alguns (raros) bons exemplos vindos, na sua maioria, da sociedade civil e da actividade privada, os nossos irresponsáveis e inimputáveis governantes e o cartel parasitário que os rodeia continuam hipotecar alegremente o nosso futuro e o das nossas crianças e, em vez de servir com eficiência os cidadãos que lhes pagam os salários, continuam a servir-se deles e a tratá-los como papalvos cuja única função é votar e proporcionar-lhes abundantes receitas, acerca das quais, aliás, julgam que não têm o dever prestar contas e de gerir o melhor possível. Até ao dia…

 

 

Toda a envolvente sócio-económica negativa criada por “este Estado” e pela sua péssima gestão, tornam ainda mais extraordinária e merecedora de aplauso a obtenção de sucesso por parte de empresas e empresários (com excepção da banca e empresas financeiras). Por este motivo acho que devemos ter (alguma) fé no futuro deste País.

 

 

Porque no fim, e quanto mais não seja, os espanhóis vão ter mais dificuldade e vão ter que pagar mais dinheiro para comprar algumas dessas empresas…

 

 

Sejamos, pois, optimistas! E viva a democracia!

 

 

Berlim

 

 

 


publicado por siX às 22:45
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Sábado, 21 de Outubro de 2006

eSCUTo.over (by Berlim)

 

 

 

 

 

As SCUT's vão acabar.

e tudo se inverteu,

paga quem utilizar,

pagas tu, paga ele e pago eu.

 

 

Mas que raio de história esta

que nos vêm agora contar,

se não me falha a memória

a ideia era não pagar.

 

 

Pagou a CEE boas maquias,

perto da metade, em andamento,

para termos boas vias,

coesão e desenvolvimento.

 

 

Honrar compromissos já não se usa,

as estradas já estão feitas,

quem pode, manda, e até abusa,

o que interessa são as receitas.

 

 

Pasmem, ó gentes de todo o lado,

porque no mapa da SCUT's

o Norte foi o beneficiado.

 Mas foi sol de pouca dura,

e adivinhem, sem tremura,

quem no fim fica tramado.

 

 

 

(extraído do "Cancioneiro do Asfalto", de um poeta anónimo do séc. XXI) . uma posta que já havia sido aqui publicada em Outubro de 2004 pelo Berlim que, estranhamente ou não, continua actual...

 

 


publicado por siX às 15:56
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