Sexta-feira, 30 de Setembro de 2005

???

 


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Alguém me explica o que faz a Dra. Eliza Ferraz, ilustre elemento integrante do edil côr-de-rosa, no meio do folheto da "famiglia" social democrata?


ah ah ah...


 


publicado por siX às 19:57
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Quinta-feira, 29 de Setembro de 2005

cruz superstar

 


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Ontem à noite, a coligação «Sentir Vila do Conde» liderada pelo Professor Santos Cruz, disponibilizou-se para atender às dúvidas dos vilacondenses, numa sessão tipo pergunta-resposta, um pouco à imagem do que o Engº Mário Almeida ainda à pouco realizou no mesmo espaço.


Gostei em particular da entrega do programa eleitoral que a coligação disponibilizou no início da sessão. Se dúvidas haviam em relação a este pressuposto, elas dissiparam-se... Afinal, o Programa existe e até está disponível para download em formato PDF no site da candidatura (clicar aqui).


Resumindo, o Professor Santos Cruz não se dispersou muito no seu discurso e centrou-o naquela que é a sua bandeira eleitoral: a construção de uma ponte que une a Seca à zona circundante da praia de Azurara. Digo circundante, para não cair no erro de a chamar de Praia de Azurara.


Sendo eu um Azurarense orgulhoso de o ser, sempre olhei aquela zona como a Praia de Azurara, devido ao facto de em tempos idos se encontrar coberta de dunas que, efectivamente, faziam parte da praia. Hoje, infelizmente, não existem, motivadas pelas obras de engenharia assim como a destruição das dunas e consequente venda das areias. São hábitos antigos que prevalecem.


Só para dar mais um exemplo, nós, os Azurarenses, à margem do rio defronte à Capela de S. Sebastião, ainda hoje chamamos de “Maré”, devido a um fenómeno natural que ocorria naquela zona, ou seja, quando a maré enchia, as águas ocupavam os terrenos. Um espectáculo perdido...


Mas já me estou a dispersar...


O Professor entende que a construção de uma ponte nessa zona, em tudo irá beneficiar Vila do Conde. Não só conseguirá o fluir do trânsito na angustiante EN13 como permitirá a travessia pedonal para o outro lado. No seu raciocínio, tal permitirá o passeio através das praias por um passadiço de madeira ao longo da faixa litoral que faça a ligação a Labruge, que já possui um do género.


Aludiu ainda a casos análogos a Vila do Conde por essa Europa fora, e reforça a ideia das 3 pontes com o exemplo europeu. Quanto a mim, um mau exemplo no sentido em que as realidades conjunturais e estruturais são por demais evidentes.


O Professor pretende ainda criar infra-estruturas de lazer e parques de estacionamento em Azurara. Apreciei a atitude positiva sobre a realização dos trabalhos (um princípio, um meio e um fim) e surpreendeu-me negativamente a questão colocada relativamente à altura da ponte e a improbabilidade de uma embarcação de 23 mts de mastro pretender a sua entrada em Vila do Conde. Primeiro, porque nunca tivemos uma marina e desconhece-se o amanhã. Segundo, pela dualidade de critérios, ou seja, constroi-se primeiro e, se necessário, depois se pensa numa solução, o que me pareceu um contra-senso relativo à primeira, além de despesista! E despesismos...


Abordou-se o assunto do Rio Ave. Santos Cruz é da opinião de que as pessoas se devem aproximar do rio e serem elas próprias as guardiãs do mesmo, um pouco à imagem do extinto Guarda-Rios. Não sei como, mas está bem... Para a sua despoluição, prevê a concertação dos vários concelhos que se estendem pelas suas margens, para esse efeito .


A situação da ROM tinha que estar presente, e aqui o Professor não conseguiu ser claro. Não sei se foi porque não entendeu bem a pergunta que, confesso, também me deixou um pouco baralhado, mas dissertar sobre os direitos dos proprietários e concluir que a ROM legalmente não existe (é uma realidade, basta ir ao site do ICN), soube-me a pouco. Espero no próximo dia 1 uma melhor preparação do Professor relativamente ao debate proposto pelos Amigos do Mindelo, assim como ideias concretas para o seu futuro.


Falou-se de muito mais, mas não me vou alongar e tornar esta posta interminável.


Posso dizer que o Programa Eleitoral para o próximo mandato é, na realidade, muito bom e muito humano... A colocar em prática a quasi totalidade das ideias, Vila do Conde ficará sem dúvida uma cidade mais acolhedora.


Ah, e não me posso esquecer da promessa do Professor, caso vença as eleições, em demolir a actual ponte da doquinha, horrível, e substituí-la por uma réplica da antiga.


Boa a opinião de que devem ser os agentes camarários a controlar as obtusidades dos arquitectos, e não o contrário...


 


publicado por siX às 23:09
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a ponte é uma passagem...

 


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Este país é mesmo muito engraçado, de chorar a rir...


Sem dinheiro, o governo só fala em construir aeroportos, coelhos saídos de uma cartola já furada.


Cá por Vila do conde e em vésperas de autárquicas, os dois principais partidos candidatos à Câmara apresentam como bandeiras dos seus programas políticos a construção de 3 pontes sobre o Rio Ave... e até me admira o Armando Herculano do BE, também ele um visionário, não se tenha lembrado em também construir uma, mas ainda vai a tempo...


Algo que tem passado despercebido na guerra de palavras entre os dois principais candidatos, tem sido o facto de a autarquia estar endividada até mais não... Suponho eu que não haverá da parte de nenhum dos opositores algum interesse em levantar esse tema, um pouco ingrato, e até deve existir um acordo tácito, de cavalheiros, em não se pronunciarem sobre tal incómodo. A Mário Almeida, não convém falar da dívida. A Santos Cruz, não convém explicar como vai conseguir o dinheiro para efectuar algumas das proezas que constam do seu programa num período de 4 anos, caso vença as eleições e tenha que assumir a dívida da câmara...


É que, quando se prometem pontes ali aqui e ali, que aliás são uma gota no oceano de ambos os programas dos candidatos, têm que existir meios para tal, ou seja, dinheiro. E até o amigo Dupont de O Vilacondense, que tantas vezes disparou nesse sentido, parece ter recebido instruções para não voltar a tocar nesse assunto... Claro, ele vai dizer que não, que isto e aquilo, mas sabendo-se que existe uma relação privilegiadíssima entre este e o Pedro Brás Marques, eu inclino-me a pensar:


“ A ponte é uma passagem para a outra margem... a ponte é uma miragem...”


 


 


publicado por siX às 23:08
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the book of Taliesin

 


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Eu sou um apaixonado pelos espaços abertos, amplos. Da mesma forma que o Professor Santos Cruz subiu e desceu a ponte da doquinha milhares de vezes, também eu atravessei aquele lugar outras tantas. Um lugar imenso, de praia e pântano que o rio inundava a horas certas, um lugar que fervilhava de vida marinha...


Ora eu vejo com desconfiança a eterna obsessão dos políticos em olharem para um espaço e vê-lo em concreto, tipo jardim de cimento. Na realidade, enaltecemos locais verdejantes, viajamos para outros países em busca do tal espaço aberto, tecemos comentários de admiração pela beleza e efeito que teve sobre o nosso espírito. Mas, na nossa terra, somos incapazes de o apreciar, de o ver como algo a manter, não mo perguntem porquê.


 


PraiaAzurara 012.jpg


 


E até dou um exemplo. Irlanda tem uma paisagem muito parecida com a nossa, de praias e falésias. Basta estar atento a um qualquer programa televisivo sobre este país, que a primeira imagem que aparece é sempre a de um local amplo, misterioso e selvagem, acompanhado por aquela música que nos faz sonhar... e no entanto, a Irlanda é o país da Europa com maior índice de crescimento económico. O que significa que não há necessidade de destruir o que as suas gentes consideram a sua imagem, um dos seus ex-libris, para evoluir no bom sentido.


É por essa razão que eu não posso concordar com a existência de uma ponte na zona da foz, principalmente quando atira mais trânsito sobre Vila do Conde. O Professor até brincou com a ideia de camiões TIR a atravessarem a ponte (eu mereço, confesso, mas não referi nenhum Tir), mas que raio, transportes públicos não são pesados? E as carrinhas, furgonetas, e outros que tais, não são elementos poluidores? Mais, a ideia de condicionar o trânsito em algumas das artérias da cidade é de aplaudir. Já aqui uma vez defendi esse aspecto, até de uma forma mais radical. Mas, a ser assim, não será um contra-senso?


A ideia de uma ponte pedonal não me é de todo ingrata. Mas eu sou da opinião que o espaço amplo deve ser defendido e não transformado em mais um jardim de betão. Deve ser cuidado, protegido e não destruído. Transformá-lo no ex-libris que merece.


Quanto à despoluição do Ave, toda e qualquer ideia é boa. Santos Cruz disse uma grande verdade e foi, até agora, o único, sinal de que está atento para a dura realidade que vivemos e tem o olhar no futuro. A água deve ser preservada, a todo o custo e, por essa razão, a despoluição do Ave deve ser prioritária.


Mas não acredito em concertações com concelhos que, sabemos, têm nas suas câmaras indivíduos ou interesses ligados à indústria poluidora, e muito menos através de uma vigilância dos munícipes. A sua ideia aproxima-se da do Mário Almeida, que também acha que a despoluição do Ave passa por uma tomada de consciência que os industriais não possuem. Ideias pouco práticas e aplicáveis, como ele bem sabe.


São necessárias acções em concreto, e até posso dar uma ideia, que acho aplicável e eficaz: a criação de uma unidade fiscalizadora móvel de patrulha e vigília das margens, movida a barco, com um ou dois postos ao longo da margem até à sua fronteira. A partir daí, a vigilância ficaria a cargo do concelho seguinte e por aí fora...


Aí, acredito que assim se conseguiria tornar o Ave num rio despoluído.


 


publicado por siX às 23:06
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tchim... tchim...

 


Incrível... dois anos nesta história me parecem quasi uma eternidade...


Nesse dia distante, escrevi esta posta estranhamente actual:


Pois é... é distraindo o povo dos seus problemas que se conseguem obter bons resultados nas urnas... já na Idade Média os Reis ofereciam espectáculos sangrentos para distrair as populações dos verdadeiros problemas e assim sobrecarregá-los com impostos cada vez mais pesados, ao mesmo tempo que mantinham o poleiro... portanto, para consertar a opinião pública das malfeitorias dos nossos dirigentes locais, nada melhor que dar-nos música, que assim sempre vamos cantando e rindo... aproveitem... aproveitem...


A partir daqui, evoluímos em outros sentidos, e para melhor, julgo eu...


Sem os que me visitam quasi diariamente, nada disto seria possível... 


 


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A todos, o nosso muito obrigado...


Flávia, Berlim... tchim tchim...


Amigos... tchim tchim...


 


 


publicado por siX às 01:08
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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2005

no nukes

 


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Ouvi esta tarde o alerta efectuado pela DECO para os cuidados  a ter com o consumo de água em determinadas regiões e também para com duas marcas conhecidas de água mineral, que apresentaram índices de radioactividade acima dos permitidos por lei.


Logo de seguida, apareceu um outro indivíduo a afirmar que sim, que os níveis estavam acima dos permitidos, mas que tal não constituia perigo para a saúde pública, pelo que a água podia ser consumida...


E eu pergunto, então para que raio é que servem os limites impostos?


 


publicado por siX às 22:59
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ROM última

 


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Esta será a última vez que a ROM e a Associação dos Amigos do Mindelo será aqui referenciada... pelo menos, por mim, já que os meus colegas, se assim o entenderem, o poderão fazer com inteira liberdade.


Nunca foi minha intenção prejudicar fosse quem fosse, só por aquilo que aqui escrevinho. Não estou ligado a nenhuma associação, não sou simpatizante nem filiado em qualquer instituição política, tão pouco sirvo interesses obscuros... apenas possuo a minha capacidade de discernimento e de análise sobre o que eu penso ser o mais correcto.


Defendi como pude, no meu isolamento, um espaço que desde pequeno usufrui com a minha família, e que tem grande significado para mim. Também nunca achei que o espaço estivesse abandonado, como me quiseram fazer crer.


Apenas procurei despertar consciências para as barbaridades que por lá se perpretam. Nunca procurei protagonismo, nem procurei afectar o protagonismo de outros.


Se tal aconteceu, que mo perdoem... não voltará a acontecer...


 


publicado por siX às 22:43
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Sábado, 24 de Setembro de 2005

mário superstar

 


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Mário Almeida, o incontornável autarca vilacondense, numa iniciativa algo inédita, disponibilizou-se ontem para “prestar contas” dos seus anteriores mandatos e dos objectivos a que se propõe para o próximo, caso vença as eleições de 9 de Outubro.


A apresentação esteve a cargo do jornalista vilacondense Ricardo Pateiro.


 


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Resumindo, fiquei com a sensação que a primeira fase de perguntas foi encomendada. Quem questionava dava o mote para dissertações algo prolongadas sobre o passado, presente e futuro de zonas vilacondenses, como a ribeirinha e a doquinha. Fiquei a saber, pelas suas palavras, que a famosa ponte da discórdia (doquinha) não oferecia qualidade, apesar de lá estar à 104 anos, e que a substituta será inaugurada no espaço de uma semana. Aliás, "pontes" foi um dos temas sobre o qual mais se dissertou. Mário Almeida considera de inqualificável a nova proposta da coligação «Sentir Vila do Conde». Na sua opinião, é fundamental fazer fluir o trânsito que não pela cidade. De acordo com as suas palavras, só 30% da totalidade daqueles que diáriamente utilizam o automóvel, vivem em Vila do Conde. O restante desloca-se para outras localidades mais a norte. Para tal, Mário Almeida colocou na mesa duas ideias: um acesso à IC1 na zona de Árvore que permita a quem vem da Trofa e Santo Tirso e quer ir para as Caxinas ou Póvoa de Varzim não ter que entrar em Vila do Conde, e uma outra de que já aqui falamos e que consiste no alargamento da ponte do antigo caminho de ferro, com duas vias no sentido sul-norte e uma só no sentido contrário. 


Mário Almeida gosta de falar do seu passado e fá-lo com alguma nostalgia. Recordou-o como remador ao serviço do Fluvial, como futebolista, como dirigente de associações desportivas, ao abordarem-se questões ligadas ao desporto. Numa dessas dissertações, Mário aproveitou para apresentar a sua equipa um a um, o que me pareceu estranho. Não estávamos num comício do PS.


Bem, Mário de Almeida tem muitos anos de experiência e sabe perfeitamente como lidar com as situações mais adversas. Ouvindo-o, fica-se com a sensação de que o futuro será radioso e até nos esquecemos de que ocupa a mesma cadeira há uns bons 25 anos.


Abordou assuntos como a questão do saneamento, deu números e a garantia da total cobertura do concelho para daqui a dois anos. A polémica da adjudicação da água foi também colocada na mesa, e mais uma vez se saiu bem nesta questão. Explicou a opção da segunda escolha em detrimento da primeira (mais barata) com estudos feitos atempadamente, e deu o exemplo de Marco de Canavezes do intragável Avelino Ferreira Torres que, ao optar pela opção mais barata, vê agora os seus munícipes serem aumentados em mais de 50% no preço final. Tal não é o que ele pretende para Vila do Conde, que essa empresa não lhe merece credibilidade e garante que o preço da água em Vila do Conde estará sempre abaixo da média aos praticados em outros concelhos!... Ok.


Em outras questões, reconheceu que esteve menos bem. O artifício da uniformidade dos passeios, a pista de bicicletas e a estrada em alcatrão, assim como a perigosidade que representa a baixa altura dos passeios, foi por si reconhecida. Aí, defendeu-se com o argumento que essa foi a visão do arquitecto Siza Vieira, e que algo assinado por ele não pode ser de todo alterado, pelo menos por enquanto... è o que dá contratar Jesus Christ Superstar...


Se se esperavam questões do foro político, essas foram praticamente inexistentes. Muitas das questões lá colocadas eram do foro pessoal de quem já tinha procurado ajuda junto da câmara, sem o conseguir. O momento era o ideal, e Mário de Almeida mostrou-se sempre disponível na procura de soluções...


Abordou-se levemente o tema da ROM de Mindelo, para a qual o Presidente prevê um futuro grandioso e a transformação do espaço num ex-libris vilacondense. Na sua visão, está prevista a criação de um museu dedicado à ornitologia. Esperava ver os agentes de Mindelo que tanto escreveram sobre as vacarias, a deposição de chorumes, sei lá, tanta coisa... mas não. O que significa que tudo está bem por aquelas bandas...


O poluído Rio Ave também não foi esquecido. Mário Almeida quer acreditar que a solução passa por uma sensibilização e consciencialização dos empresários que teimam em mandar a porcaria dos seus efluentes para o rio sem serem devidamente tratados nas suas etars, o que eu duvido, mas está bem...


Quanto aos objectivos relativamente às eleições de 9 de Outubro, Mário Almeida insiste na recuperação do 6º vereador, tarefa que diz difícil, mas não impossível. Para tal, o trabalho da sua equipa, que diz ser a melhor de sempre (!), é fundamental junto das freguesias... Mário Almeida sonha ainda com a vitória nas 30 freguesias. Seria o culminar de uma carreira de quase 30 anos de serviço público.


Ricardo Pateiro questionou-o relativamente às outras forças políticas, que peremptoriamente designou “de fracas”. Sobre os seus dirigentes, Mário Almeida adjectivou-os da seguinte forma:


- Armando Herculano do BE – agressivo


- Jorge Marques da CDU – boa pessoa


- Santos Cruz do PSD – civilizada, cordial mas impossível de descortinar qualquer ideia ou pensamento


O PP passou ao lado.


Fiquei algo desiludido com a ausência das outras forças políticas ou organizações ambientais. Noutros tempos, não deixariam de aproveitar esta oportunidade para questionar Mário de Almeida sobre os mais diversos temas. Mas não. Agora, a política faz-se na secretária, em frente ao computador. É mais fácil, não tem que se dar a cara, não é necessário qualquer poder de argumentação.


Uma pena que assim seja.


 


publicado por siX às 01:19
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

Vila do Conde - Memórias

 


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Uma fotografia simples, de uma vila pacata...


 


publicado por siX às 20:49
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bridge over troubled water

 


É o assunto do momento: a nova proposta eleitoral da coligação PSD/PP «Sentir Vila do Conde» para a construção de uma ponte no lugar da Seca com ligação à praia de Azurara.


Todos sabemos que a coligação não tem sido frutífera em novas ideias para o futuro de Vila do Conde, como convinha a quem se propõe ocupar o lugar que Mário Almeida teima em não desocupar. Aliás, esta política do silêncio, tem obtido um surpreendente apoio por parte dos meus conterrâneos que, cansados de ouvir promessas que não passam do papel, optam por apoiar esta nova filosofia de sentir que mais vale nada dizer do que dizer asneiras...


E foi isso mesmo que se passou. A coligação estava a ir tão bem, a percorrer um caminho calmo e objectivo, quando um dia acorda e «Eureka», pasme-se, uma ideia... À imagem de um obtuso que pensa que Vila do Conde está à beira mas não na beira do mar, com todas as consequências que tal pensamento acarreta, resolve-se fazer-lhe a vontade e pimba: uma estrada mesmo ao lado da praia de Azurara é o que a cidade de Vila do Conde e seus habitantes precisam, assim como de uma ponte, ainda mal explicada e sem qualquer objectivo que não seja o de aumentar o fluxo de automóveis ligeiros e pesados para o interior da nossa vilinha, que de pacata já tem pouco mas é sinónimo de qualidade de vida... ainda.


Realmente, será uma enorme (r)evolução ver camiões pesados a circular pelo interior, bichas intermináveis provocadas pelo estreitamento recente das vias. Mas será que tal iniciativa peregrina tornaria os habitantes de Vila do Conde mais felizes?


Bem, esta interrogação e outras levaram-me a observar o pavilhão plantado no jardim da Av. Júlio Graça dedicado ao metro.


 


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É muito interessante esta fotografia, que podemos colocar mano-a-mano com o cartaz da coligação.


 


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Vemos na primeira que a ideia do actual edil camarário passa por deslocar o trânsito para Este, aproveitando a ponte do antigo caminho-de-ferro. Pela fotografia, presume-se a construção de uma via de sentido duplo a par com a linha do metro, que passa pelo alargamento da ponte para que se processe o movimento de automóveis. Esta servirá para aproximar as freguesias mais isoladas (Retorta, Touguinha, Tougues, Junqueira,etc), promovendo o seu desenvolvimento, assim como o escoamento do trânsito da conturbada EN13 e a distribuição para outras localidades mais a norte. Parece-me ser, sem dúvida, uma medida inteligente e de futuro.


Na segunda fotografia, a ideia peregrina do Professor Santos Cruz passa pela construção de uma ponte toda estilizada que não serve nada nem ninguém, a não ser os que ali moram na zona da Seca. Não serve nenhuma freguesia, não promove o desenvolvimento (continuo a não querer pensar em Vila do Conde à beira, mas não na beira do mar), fere a paisagem, destrói a praia de Azurara. Será mais um veículo poluidor, sonoro e ambiental. O fluxo automóvel para o interior da cidade afectará todos os que cá vivem, da pior maneira.


É isto que tem para oferecer, caso vença as próximas autárquicas? É que aqueles por quem o Professor aspira um dia estar à altura, fazem precisamente o contrário: retiram os carros do interior das cidades, promovem os transportes públicos e comemoram alturas do ano sem automóveis, ou seja, procuram dar sentido ao que hoje em dia se chama Qualidade de Vida.


Estas são duas palavras as quais não costumamos atribuir grande significado porque estamos habituados a usufruir dela. Uns felizardos, é o que somos... O mesmo não se passa para quem procura Vila do Conde para passar férias ou descansar, a quem foge do bulício e do caos das grandes cidades.


Que decepção, caro Professor. Essa opção não é um tiro, mas sim uma morteirada no pé.


Quer uma ideia para aquela zona, ainda por cima de borla? É a seguinte. Pense que a actual marina, quando começar a atrair clientes, não terá grande espaço para no futuro albergar um número crescente de veleiros. Eu acredito que Vila do Conde, pelas suas características, será um pólo atractivo aos navegantes de todo o mundo. A opção passa por aumentar as instalações. E qual o melhor sítio para o fazer? Exactamente no lugar onde pensa construir a ponte. O local tem condições excepcionais para tal. Por essa razão é que essa zona não deve ser mexida, entende? Com o alargamento da marina, será natural a construção de hotéis, locais de diversão, bares e restaurantes, tudo devidamente planeado e sem cair no grotesco...


Olhe, poderá fazer a felicidade do seu colega Raposo...


 


publicado por siX às 20:38
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sereno é o povo

 


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Veio do outro lado do Atlântico, Fátima Felgueiras rejuvenescida. Injustamente manietada no interior do avião, logo dissipou as dúvidas de uma Juíza formada nos mais altos valores morais.


Não, Fátima não é culpada, Fátima não fugiu, Fátima não roubou, tão pouco matou, grita o Povo...


Aclamada pela multidão, Fátima morena discursa na sua voz vigorosa o amor que nutre pela sua gente e a região que tem o seu nome, paixão que lhe é retribuída. Fátima é levada em ombros, qual heroína. Não, a população não deixará que seja injustamente lançada à fogueira, como aconteceu com Joana D’Arc, vítima da ignorância e do medo, com Catarina Eufémia, vítima da ditadura e do medo.


«O Povo é sereno», diz-se.


Fátima clama a sua inocência, a injustiça da perseguição a que foi submetida. As palavras são escolhidas e têm o efeito de um vulcão em erupção. Fátima é uma mulher de ideias, nada idiota. Tem o olhar no futuro, no seu e no do povo. E por essa razão é candidata à Câmara, por ser uma mulher altruísta, de princípios elevados. Demonstrou-o. À imagem dos seus colegas injustiçados, Isaltino Tax-Man Morais e o Major Valentim de Alvega e Loureiro, também ela abandonou o partido.


Fátima não vai em demagogias, não tem interesses. Fátima é pura, cristalina.


O Povo sabe-o, tem o que merece.


O Povo é sereno...  sereno é o Povo...


 


publicado por siX às 20:00
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2005

e vão 4...

 


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Irra!!!!


4ª vez? A ROMmy continua a encolher... no espaço de uma semana!!!


E ninguém faz nada... nada de nada... é deixar arder, é deixar arder...


A Câmara congratula-se com a divulgação do estudo encomendado à UP, e dá uma de bom samaritano... e depois?


O BE congratula-se com um comunicado do género « aluta continua»... no papel... e depois?


Os Amigos de Mindelo fecham-se em casa ou vão passear... e depois?


O PSD/PP, à falta de melhor, sonha com pontes em locais inimagináveis, ainda por cima em terrenos pertencentes à Reserva... e depois?


Arre! Se existe um local onde a incompetência e a demagogia moram, esse é Vila do Conde!!!


E mais... Este último incêndio teve origem na falta de... rescaldo!!!... Rescaldo?...


Então o Corpo de Bombeiros não é capaz de efectuar um rescaldo de forma decente?


Pois é isso mesmo que me conta o meu amigo mindelense, o tal que gosta de correr a ROM e, pela 3ª vez, é obrigado a telefonar para o 117. Segundo ele, o rescaldo dos incêndios anteriores não é feito de forma eficaz. Ficam locais a fumegar que acabam por reacender. Mais, após o ter ligado para os Bombeiros, o meu amigo continuou a sua corrida. No regresso, ao passar pelo mesmo local passados 20 minutos, dos bombeiros nem vestígios...


E a ROM a encolher, a ROM a arder...


Não ficaste? - perguntei.


Não - respondeu. - Segui para casa. É a terceira vez que lhes ligo, a segunda que eu me identifico. Ainda me confundem! - disse.


 


publicado por siX às 22:37
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Segunda-feira, 19 de Setembro de 2005

e vão 3...

 


A ROMmy ardeu... mais uma vez...


Dizem que à terceira é de vez, mas estou em crer numa quarta, quinta, e por aí fora...


Acho estranho que ninguém estranhe que tal tenha acontecido em menos de uma semana! Até os meus colegas blogueiros, tão céleres a escrevinhar sobre os mais diversos temas, postam sobre este assunto o mais pesado dos silêncios...


Não é estranho?!...


 


publicado por siX às 09:30
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Domingo, 18 de Setembro de 2005

Harvest Moon

 


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Hoje é noite de lua cheia... conhecida como a Lua da Colheita...


 


publicado por siX às 19:32
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2005

rommy again

 


Hoje confidenciaram-me ( é esse o termo correcto ), baixinho, quasi segredado ao ouvido, que o estorvo vilacondense mais conhecido pela sigla ROM voltou a arder ontem... 


"Qu'estranho", pensei...


Logo de seguida, voltaram-me a segredar "A ROM tem que arder antes das eleições autárquicas"...


Fiquei sem pinga de sangue... diria até, exangue...


"Cabrões dos vampiros. É caso para a Judite", resmunguei.


"A de Sousa?", replicou.


"Não! Essa é loira", respondi.


"Lá por Mindelo são só loiras... e loiros", retorquiu.


"Provavelmente", suspirei...


 


publicado por siX às 15:34
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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2005

rommy

 


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 A política tem destas coisas. Assuntos considerados tabus uma série de anos passam, de repente, a estar na ordem do dia.


A ROM - Reserva Ornitológica de Mindelo é um desses casos. Maltratada, conspurcada, incendiada e ignorada anos a fio, passa de um momento para o outro a ser motivo de interesse de forças políticas por motivos eleitoralistas (comunicado emitido pelo BE, artigo anedótico no Boletim Municipal da Câmara, visitas pastorais do PSD/CDS ao local).


Aliás, estou convencido que as organizações políticas e outras que vivem da desgraça que sagra por este território mínimo não querem sequer ouvir falar em áreas protegidas ou despoluição. Um desses exemplos pragmáticos é precisamente o Rio Ave.


Já procuraram saber a quantidade de organizações que existem por esse rio acima, dedicados à despoluição do Ave?... E a quantidade de indivíduos de cada organização que vivem da porcaria que desagua no mar?! Acham que estão interessados que o rio corra limpinho? Eu cá acho que não. Não me parece normal que o resultado obtido por essas organizações ao fim de tantos anos se salde em... zero! 


Um Ave despoluído significaria a extinção de um grande número de organismos, a perda dos dinheiros e viagens conseguidos através de protocolos. Em suma, enquanto uns se vangloriam, mostram falsas preocupações, a ROM de Mindelo continua a arder.


Soube hoje, através de um Mindelense, um dos poucos que se preocupam com os destinos da freguesia, que alguém lançou fogo à mata. Este meu amigo tem por hábito correr o caminho que atravessa a ROM, e ontem deparou com seis focos de incêndio, todos dispersos. Foi ele que ligou de imediato o 117 para, enfim, atrasar a inevitabilidade...


Pelos vistos, a recompensa de 500 € adiantada pelos Amigos de Mindelo pela cabeça do presumível autor do incêndio que destruiu grande parte da floresta à mês e meio, não chegou.


Proponho o aumento do prémio para 5.000 €...


 


publicado por siX às 13:00
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Vila do Conde - Memórias

 


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Um aspecto fantástico da antiga ponte de ferro, cuja construção é tantas vezes erradamente atribuída a Gustave Eiffel quando na realidade foi arquitectada pelo azurarense Augusto de Carvalho Barbosa...


 


publicado por siX às 00:31
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2005

Rota dos Cruzeiros - Bagunte

 


Santa Maria de Bagunte é a maior freguesia do Concelho de Vila do Conde e extremamente antiga, como o prova o povoamento pré-romano no monte da Cividade, onde existiu um forte castro, tipo citânia, conhecida como Cividade de Bagunte e classificada como monumento nacional desde 1910..


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Subir o monte é difícil, mas vale a pena... Como já em tempos aqui referi, neste local, várias gerações nasceram, viveram, amaram e morreram... e é sempre com um sentimento de profundo respeito que piso estas pedras gastas pelo tempo, pedras de memórias que merecem ser preservadas...


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Sobranceira ao Rio Ave, encontramos a Capela de Nossa Senhora da Ajuda, aonde vinham clamores de várias paróquias vizinhas.


Bagunte 008.jpg


 


O lugar é prazenteiro e com uma vista espectacular dobre a ponte românica de D. Zameiro, que establece a ligação entre as freguesias de Bagunte e Macieira da Maia. Faz a ligação da estrada romana / medieval e é também conhecida por via veteriz que, do Porto se dirigia a Barcelos / Esposende.


zameiro.jpg


 


Ao lado da capela, encontra-se o seu Cruzeiro, protegido e alvo de restauro que penso ser recente. É um cruzeiro de fuste cilíndrico que apresenta no topo um capitel, de inspiração coríntia ou jónica, onde assenta uma cruz latina que apresenta na face o Cristo crucificado...


O facto de o terem pintado de vermelho e branco, demonstra uma falta de sensibilidade e profundo mau gosto...


Bagunte 006.jpg  Bagunte 007.jpg


 


Bagunte é muito bonita e bem tratada... A sua Igreja Paroquial, que suponho de chama de Nossa Senhora do Ó, encontra-se no centro da Vila e tem sido objecto de algumas ampliações, mas mantém a estrutura antiga...


 


Bagunte 012.jpg  Bagunte 016.jpg


 


O seu cruzeiro é de encruzilhada e encontra-se protegido por gradeamento. Sob a plataforma de três degraus, assenta a base quadrangular. Coluna de fuste cilíndrico, liso, encimado por capitel e cruz latina. A base possui inscrição relativa ao VIII Centenário da Independência da Restauração de Portugal


Bagunte 009.jpg  Bagunte 010.jpg


 


Gostei em particular da Capela do Sr. Dos Passos,


    Bagunte 017.jpg


 


e do verde da paisagem até onde a vista alcança...


Bagunte 013-1.jpg      


Fotog. by Repórter Xis


 


E como não podia deixar de ser, aqui fica uma historieta:


Pinho Leal refere que Bagunte, (“situada em vale ameno, nas margens do Ave, donde se descobrem muitas povoações e o mar”), em 1757, tinha 139 fogos, que pertencia à Casa de Bragança, a qual apresentava o abade e que “foi do reino de Aragão, e condado de D. Paio de Bagunte, a quem enganou o conde D. Mem Soares de Novelas, com os outros seis sepultados em S. Pedro d’Atei”.



 


publicado por siX às 22:39
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Domingo, 11 de Setembro de 2005

Vila do Conde - Memórias

 


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Um aspecto dos antigos estaleiros de Vila do Conde


 


publicado por siX às 14:57
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ROM versus BE

 


ROM Ardida 014.jpg


 


Armando Herculano, a face mais visível do BE de cá da paróquia, enviou-me o seguinte comunicado relativo ao estudo encomendado à Universidade do Porto para a sua delimitação...


Concluído que foi o estudo sobre a Reserva Ornitológica de Mindelo solicitado pela Câmara à Universidade do Porto e a respectiva proposta de delimitação (????), urge tomar a iniciativa e não adiar mais uma decisão. O resultado do estudo não deixa quaisquer dúvidas sobre a relevância e interesse de preservação daquela área costeira, reforça a importância da ROM com a sua extensão para sul, abrangendo os pinhais de Vila Chã e o Castro de S. Paio em Labruge.


O Partido Socialista pela voz do Presidente da sua Comissão Política e Presidente da Câmara, Eng.º Mário de Almeida, recusa uma vez mais solicitar como lhe compete a classificação e consequente protecção da Reserva Ornitológica de Mindelo, preferindo deixar o seu destino ao abandono, à degradação, ao acaso ou a mão criminosa. A importância que o Partido Socialista e Mário Almeida dão àquele espaço natural, pode ser avaliada através das suas atitudes ao longo dos 31 anos em tem a maioria no Executivo, adiando, adiando, adiando, e permitindo entretanto todo o tipo de tropelias; desde logo, tirando-lhe enormes fatias que destinou à construção na freguesia de Árvore, cedendo à pressão dos interesses do betão, e não obrigando nunca os seus proprietários a limpezas das matas, nem tomando outras medidas preventivas de incêndios, como a vigilância da mesma, e assim facilitando os vários incêndios que ali ocorreram, um dos quais neste mesmo ano.


O Bloco de Esquerda junta a sua voz à Associação dos Amigos de Mindelo, reclamando da Câmara uma atitude activa como a lei lhe confere, que mostre o seu comprometimento com a defesa da Área de Paisagem Protegida, que muito contribuirá para a qualidade de vida dos vilacondenses.


Bom, este comunicado cheira mais a politiquice banal que interesse pelos destinos da ROM...


Enfim, la lute continue...


 


publicado por siX às 13:11
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